quarta-feira, 2 de abril de 2014

Medo de quê?


Eu tenho certeza que a própria palavra medo me da medo. Tenho medo de ter medo! E assim o pensamento vai numa infinita revolução de medo do medo.
Confuso? Sim! É o que eu acho também. Mas o que posso fazer se quando o medo aparece é só isso que tenho na cabeça? Tudo se  mistura, vira uma bola de emoções, um emaranhado de pensamentos. Quero desfazer esses nós! Ai puxa daqui, puxa de lá. Legal soltou aqui. Droga! Apertou do outro lado. 
O bom de ter medo é que ficamos cautelosos, pensamos mais, medimos riscos, etc. Em compensação deixamos de arriscar, de talvez dar certo com aquilo que parece errado. 
Não dá pra esquecer também que o medo coloca coisas inexistentes na nossa cabecinha de vento. Situação que não existem, não existiram e talvez nunca existirão são certezas absolutas na mente. Cada coisa que depois de um tempo paramos pra pensar que não tinham sentido algum. 
Enquanto tento aprender a lidar com isso, vou vivendo com medo disso e daquilo outro. Mas de vez em quando respirando fundo, fechando os olhos e indo em frente.